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Aplicações de curto prazo são as preferidas dos gestores nacionais


De acordo com os dados mensais da APFIPP, as aplicações a curto prazo e as obrigações são os títulos preferidos dos gestores para a composição da carteira. Dos mais de 13 mil milhões de euros sob gestão, quase seis mil milhões estão investidores na primeira categoria, enquanto as Obrigações em euros situam-se nos 3,7 mil milhões de euros. Destaque, também, para as Unidades de Participação em fundos de investimento internacionais que atingem os 1,19 mil milhões de euros. Assim, a carteira tipo média dos fundos de investimento nacionais é dominada pelas categorias já mencionadas (44% nas aplicações a curto prazo, 27% nas Obrigações em euros e 8% nas unidades de participação em fundos internacionais).

Quem prefere o quê?

A ESAF é quem prefere mais aplicações a curto prazo em euros, com cerca de 2,646 mil milhões de euros sob gestão (44% da categoria e 71% da composição dos seus fundos). Já nessas aplicações em outras moedas, o valor máximo pertence ao BPI gestão de ativos, com 29 milhões de euros (52% da categoria).

Já o Banif Gestão de Ativos, o Barcays Wealth Managers Portugal e o Popular Gestão de ativos preferem ter mais de 50% da sua carteira média em Obrigações em euros. A

A Patris Gestão de Ativos dá especial importância às Unidades de Participação em fundos nacionais.

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