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AEM e Bolsa Portuguesa contra a introdução do Imposto sobre Transacções Financeiras


A Associação de Empresas Emitentes de Valores Cotados em Mercado (AEM) e a NYSE Euronext Lisbon entregaram ao Ministério das Finanças,  no final da semana passada, a sua posição de discordância conjunta em relação à iniciativa da Comissão Europeia de criação de um ITF (Imposto sobre Transacções Financeiras).

Esta iniciativa que se apresenta agora em fase de negociação no contexto de um mecanismo de cooperação reforçada que abrange onze países (incluindo Portugal), no entender da AEM e da Bolsa Portuguesa não cumpre os objectivos a que se propõe.

Para além disso, as duas entidades consideram que os objectivos desta iniciativa “terão impactos económicos e financeiros potencialmente muito negativos e graves, sobretudo em economias e mercados de menor dimensão, como é o caso de Portugal.”

A AEM e a Bolsa portuguesa destacaram na sua posição já apresentada, o impacto negativo que poderá ter a “provável deslocalização de transacções, de investidores e de empresas, para mercados não abrangidos pelo ITF, com consequências na contracção da actividade económica e agravamento do desemprego em Portugal”.

Numa altura em que a nível europeu se encontram agendadas para Setembro reuniões sobre esta matéria, a AEM e a NYSE Euronext Lisbon reiteraram a sua total disponibilidade para aprofundar a análise e discussão do tema com o Governo de Portugal.

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