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Ações nacionais perdem terreno na carteira dos fundos mobiliários


No final de junho existiam, em Portugal, 238 fundos de investimento mobiliários, segundo os dados publicados pela APFIPP referentes ao mês passado. Em termos de presença na carteira, as ações nacionais caíram dos 3% para os 2%, voltando a níveis percentuais do passado mês de fevereiro. Em comparação, a liquidez cresceu para os 30%, o valor mais alto desde março. As ações internacionais mantêm-se nos 7% desde do passado mês de março.

Queda evidente nos fundos de ações

É na categoria de fundos de ações que a queda é mais evidente. Os dados da Associação mostram que de maio para junho a exposição a ações nacionais recuou 3 pontos percentuais (p.p.), passando assim a representar 26% do investimento desta categoria de fundos, enquanto as ações internacionais mantiveram a sua posição (65%), tal como a liquidez que permanece estável nos 9% desde do início do ano.

Fundos com ações na mesma tendência

Os fundos de investimento com ações, outra categoria APFIPP, mantiveram a mesma tendência dos fundos de ações. Verificou-se uma redução das ações nacionais, neste caso de 1 p.p. para 11%, enquanto as rubricas de ações internacionais e a liquidez não sofreram alterações face ao mês anterior: 33% no caso das ações internacionais e 10% na liquidez.

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