A análise do ING Investment Management para o curto prazo


Avaliar e ponderar cada momento de mercado é essencial para o ING Investment Management. Recentemente dobrou a sobreponderação que tem nas ações japonesas, e passaram de “overweight” na Europa para “neutral”. No seu último Marketexpress a gestora justifica estas opções como sendo de curto-prazo, já que a perspetiva construtiva de médio prazo se mantém: “A Zona Euro está a testemunhar os maiores crescimentos de lucro desde há dois anos”, escrevem.

Também a economia global, dizem, está a dar sinais de novo fôlego.O PMI composto cresceu dos 54.2 para os 55.4 em junho, o que representa o nível mais alto dos últimos 3 anos e meio”. Dados encorajadores, uma vez que “até há poucos meses atrás a recuperação estava a ser fortemente conduzida pelo sector industrial”, dizem, acrescentando que “agora também o sector dos serviços está a intensificar resultados”.

Europa aquém das expectativas...

Ressalvando que o contexto atual é positivo para os ativos de risco, a entidade justifica o porquê de ter diminuído a sua posição nas ações europeias para neutral. “Em primeiro lugar esta decisão apoia-se no rápido despertar de um alguns dados económicos que na Europa foram desapontantes”, contrariamente ao Japão, onde alguns índices superaram expectativas. A segunda razão para a diminuição de exposição a ações europeias são os fracos “earnings momentum”. Em terceiro lugar enunciam o facto da Zona Euro se ter tornado consensualmente sobreponderada. “Isto é um sinal de alerta para nós”, sublinham.

... enquanto o Japão surpreende

Em sentido contrário, no Japão, a confiança do consumidor surpreendeu pela positiva em junho. No sexto mês do ano também o PMI composto continuou a crescer e, para além disso, “começa a pintar-se um quadro muito positivo ao nível dos estudos que retratam o negócio”.  

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